Tuesday, June 16, 2009

Estas valem a pena!!!!!!!!!!!!!!

Recebi agora por mail


As melhores frases dos piores alunos*

*O Convento dos Capuchos foi construído no céculo 16 mas só no céculo 17 foi levado definitivamente para o alto do monte.*

(claro! Com o peso demorou 100 anos para subir o monte !!!)

*A História divide-se em 4: Antiga, Média, Momentânea e Futura, a mais estudada hoje*

(a Futura é particularmente estudada pela "Maya" certamente)

*O metro é a décima milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre e para o cálculo dar certo arredondaram a Terra! *

(Ups! Até eu me vi atrapalhada para fazer o cálculo. Imaginação tem ele... vai ser matemático de certeza, Portugal precisa de matemáticos com imaginação)

*Quando o olho vê, não sabe o que está a ver, então ele amanda uma foto eléctrica para o cérebro que lhe explica o que está a ver.*

(nada mal pensado. Somos uma máquina fotográfica em potência e em funcionamento contínuo)

*O nosso sangue divide-se em glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e até verdes! *

(acho que faltam os Azuis!!Ah, mas esses com o apito dourado andam em fuga)

*Nas olimpíadas a competição é tanta que só cinco atletas chegam entre os dez primeiros.*

(entende-se agora a prestação de Portugal nos jogos olimpicos!!!)

*O piloto que atravessa a barreira do som nem percebe, porque não ouve mais nada.*

(claríssimo!! Se passou a barreira o som quando chega já ele passou, por isso não o ouve. Será?)

*O teste do carbono 14 permite-nos saber se antigamente alguém morreu.*

(Assim de momento acho que hoje em dia basta verificar se o coração parou ou se respira... quer dizer... digo eu... mas pelo sim pelo não que se faça o teste do carbono 14, se os gajos do CSI descobrem uiui)

*O pai de D. Pedro II era D. Pedro I, e de D. Pedro I era D. Pedro 0*

(E antes foi o Pedro -1, já agora)

*Em 2020 a caixa de previdência já não tem dinheiro para pagar aos reformados, graças à quantidade de velhos que não querem morrer.*

(São uns chatos os velhos! Se o Socras topa o "jogo" deles...)

*O verme conhecido como solitária é um molusco que mora no interior, mas que está muito sozinho.*
("tadinho", espero que não tenha medo do escuro ou das trovoadas, não merece tanto sofrimento)

*Na segunda guerra mundial toda a Europa foi vítima da barbie!

(Queria dizer, decerto, barbárie! Ainda não existia os Morangos com Açucar... ai então é que seria lindo, não era a barbie que levava a melhor não!)

*O hipopótamo comanda o sistema digestivo e o hipotálamo é um bicho muito perigoso.*

(nem sei que diga... se a protecção dos animais descobre estamos todos tramados)

*A Terra vira-se nela mesma, e esse difícil movimento chama-se arrotação.*

(não consigo encontrar melhor definição)

*Lenini e Stalone eram grandes figuras do comunismo na Rússia.*

(exactamente, principalmente o Stalone)

*Uma tonelada pesa pelo menos 100Kg de chumbo.*

(Diabos me levem...!!!)

*A fundação do Titanic serve para mostrar a agressividade dos ice-bergs.*

(claro, nem a experiência podia ter sido feita de maneira diferente; tinha de ser usado um dos animais mais agressivos que se conhece)

*Para fazer uma divisão basta multiplicar subtraindo.*

(atenção, não tentem fazer isto em casa, pode ser perigoso... pelo menos complicado é! Pelo sim pelo não peçam esclarecimentos ao futuro professor catedrático de análise matemática)

*A água tem uma cor inodora.*

(pois... eu também gosto muito dessa cor)

*O telescópio é um tubo que nos permite ver televisão de muito longe.*

(o tipo deve ser "espião" da vizinhança, sinceramente... já ninguém quer aderir ao MEO... anda tudo a "chular" os vizinhos. Será que com o telescópio conseguiu ver a grande penalidade fora da área?!)

*O sul foi posto debaixo do norte por ser mais cómodo.*

(obviamente que sim. Tinha algum jeito o contrário, e aposto que foi um alentejano que teve essa brilhante ideia)

*Os rios podem escolher desembocar no mar ou na montanha.*

(é isso! Ao nascerem podem escolher... viva a liberdade de escolha!)

*Os escravos dos romanos eram fabricados em África, mas não eram de boa qualidade.*

(Racista... só os fabricados na China é que são bons não?!)

*A baleia é um peixe mamífero encontrado em abundância nos nossos rios.*

(todos os dias me cruzo com baleias ao atravessar o rio, é tão giro)

*Newton foi um grande ginecologista e obstetra europeu que regulamentou a lei da gravidez e estudou os ciclos de Ogino-Knaus. *

(Não consigo ter palavras, nem quero pensar o que diria ele sobre a actual lei do aborto)

*Ao princípio os índios eram muito atrasados mas com o tempo foram-se sifilizando.*

(tal qual como quem escreveu, isto digo eu... cheia de esperança!!)

*A Terra é um dos planetas mais conhecidos e habitados do mundo.*

(questão para se perguntar... quantos planetas tem o mundo?)

*A Latitude é um circo que passa por o Equador, dos zero aos 90º.*

(os "circos" deste são mais pequenos que o habitual, mas está bem, é uma opinião a ser estudada!!)

*Caudal de um rio, é quando um rio vai andando e deixa um bocadinho para trás!*

(é claro. Caso contrário ficava vazio depois de passar. Deve ser uma forma de o encontrarem)

*Princípio de Arquimedes: qualquer corpo mergulhado na água, sai completamente molhado. *

(aí não há dúvida nenhuma)

Thursday, June 04, 2009

ACP contra CML

ACP acusa câmara de enganar os cidadãos ao tornar a Baixa num "pandemónio"
04.06.2009
O Automóvel Clube de Portugal (ACP) diz que a Câmara de Lisboa "enganou os cidadãos" ao prometer uma redução percentual do tráfego de atravessamento da Baixa que não pode ser alcançada, além de ter tornado um "verdadeiro pandemónio" a circulação em várias artérias da zona.Em comunicado, o ACP sublinha que o município "apenas conseguiu diminuir 40 por cento do volume de tráfego que atravessa a Baixa, nas ruas do Ouro e da Prata". "A autarquia enganou os cidadãos, prometendo reduzir o trânsito nessa zona em 70 por cento", conclui o organismo presidido por Carlos Barbosa, que já manifestou a intenção de interpor uma providência cautelar para impedir a concretização do plano de mobilidade para a frente ribeirinha, recentemente aprovado em reunião camarária. O ACP afirma que as alterações de circulação já introduzidas resultaram no "congestionamento frequente durante quase todos os períodos do dia" da Calçada de São Francisco, Rua da Conceição, das artérias de acesso ao Chiado e ao Bairro Alto e da Rua da Madalena, transformadas "num verdadeiro pandemónio". No entender do clube, esta situação é "absolutamente desnecessária", podendo ter sido evitada "se tivesse sido acautelado um projecto sólido e sustentado de circulação para aquela zona da cidade".Afirmando que "irá até às últimas consequências", o ACP acrescenta em comunicado que "não aceita de forma alguma a redução para uma faixa por sentido na Avenida do Infante D. Henrique e Avenida da Ribeira das Naus. Quanto ao projecto de Bruno Soares para o Terreiro do Paço, o organismo presidido por Carlos Barbosa diz que este "demonstra que é possível existir tráfego na praça, pois isso não perturba minimamente o que se pretende fazer junto às arcadas ou no centro da praça".

I.B.
Público

Tuesday, May 26, 2009

CONFAP

Enviado por e-mail.
Publico sem edição:

LEMBRAM-SE DO REPRESENTANTE DOS PAIS, O SR ALBINO, APOIANDO A MINISTRA LURDES ???
LEIAM URGENTE!
Assim se compram os apoios! Sem palavras!


(Sobre a CONFAP do Sr. Albino)
Para que conste e porque muita gente não sabe, a CONFAP (Confederação Nacional das Associações de Pais) recebeu do Gabinete da Ministra da Educaçãoo duas tranches de 38.717,50 euros cada uma, no segundo semestre de 2006, conforme publicado no Diário da República N. 109 de6/6/2007 (pág. 15720). Recebeu ainda mais 39.298,25 euros no primeiro semestre de 2007, conforme publicado no DR N. 201, de 18/10/2007(Pág. 30115). Trata-se da única organizaçãoo que recebe verbas directamente do Gabinete da Ministra. Com um salário destes, o que se pode esperar do sr. Albino Almeida? Mais de 150.000 euros por ano é muito dinheiro.
O sr. Albino é apenas e só um assalariado do Ministério da Educaçãoo (por sinal, muito bem pago com os nossos impostos - vergonhoso, sra. ministra!!! Sr. PM!!!!!!!).

Saturday, May 23, 2009

Há quem tenha a paciência de coligir as coisas

Um fórró:

http://blogescandalo.blogspot.com/2009/05/lopes-da-mota-fora-da-investigacao.html

http://blogescandalo.blogspot.com/2009/05/familia-de-socrates-em-negocios-de.html

http://blogescandalo.blogspot.com/2009/05/comissao-europeia-considera-magalhaes_22.html
http://blogescandalo.blogspot.com/2009/05/pj-no-rasto-da-mae-de-socrates.html

http://blogescandalo.blogspot.com/2009/05/socrates-chamado-depor-como-testemunha.html

http://blogescandalo.blogspot.com/2009/05/socrates-chamado-depor-como-testemunha.html

http://blogescandalo.blogspot.com/2009/02/socrates-os-camaradas-e-este-paraiso.html

E esta aqui?:
http://www.ionline.pt/conteudo/5651-tim-fala-da-familia-e-da-polemica-com-socrates

"A polémica letra do “Senhor engenheiro”A letra foi escrita no último dia de estúdio, à pressão. Quando saíram para jantar, Tim desafiou Kalú: “Vê lá se tens coragem para cantar isto.” O baterista dos Xutos & Pontapés nem pestanejou. “Então não tenho?”, disse. O tema “Sem eira nem Beira” não foi lançado como single, mas tornou-se o grande êxito deste último álbum homónimo dos Xutos. Mais: causou polémica. De um dia para o outro, todo o país comentava palavras como:
“Senhor engenheiro/Dê-me um pouco de atenção/Há dez anos que estou preso/Há trinta que sou ladrão/Não tenho nem eira nem beira/Mas ainda consigo ver/Quem anda na roubalheira/E quem me anda a comer.”
A canção foi interpretada como uma manifestação antigoverno, um protexto em tempo de crise. Os Xutos começaram por dizer que estavam a ser mal interpretados. Tanto podiam ter escrito “senhor doutor”, como “senhor engenheiro”. Tim, no entanto, avançou ao i que sabia que a letra ia ser polémica. “Tinha consciência de que ao escrever aquilo daquela maneira ia pelo menos deitar uma peça do dómino abaixo. E depois logo ia ver quantas é que caíam”, contou. “Às vezes é preciso que estas coisas aconteçam”. Mas também adverte: “Também não vale a pena dar tanta importância a coisas destas.” "

Ontem no Jornal de Manuela Moura Guedes na TVI

Um pequeno resumo no 'CM'. Aqui.
Vídeo: aqui.

No Activism o de Sofá:

Incrível! A entrevista azedou e Marinho Pinto não se ficou por meias palavras para Manuela Moura Guedes. Um espectáculo único hoje no Jornal Nacional da TVI. Vale mesmo a pena assitir ao video acima.
.
“É um péssimo jornalismo o que você faz aqui!”; "Você não tem autoridade moral para emitir juizos de valor sobre a justiça. Eu tinha vergonha de fazer o que você faz como jornalista."; "O que você faz é violar aqui todos os dias o seu código deontológico” ;"Você devia ter vergonha!". Só tenho uma coisa a dizer: B-R-U-T-A-L ! :)

Comentários no Blasfémias:

:: disse
23 Maio, 2009 às 12:23 am
Este senhor ao berrar, faz-me lembrar alguém, já que por muito alto se expresse, NÃO CALA Freeport, Cova da Beira, Curso de Engenhoso, fecho da Universidade, Curso de Inglês por faxe, doutoramentos ao Domingo,casas da Guarda e afins!!!Convenhamos que são casos a mais Senhor Engenhoso.O REI VAI NÚ!!!

Gabriel Silva disse
23 Maio, 2009 às 12:23 am
Uma parte do diálogo inicial não surge no vídeo, mas encontrei no Correio da Manhã:
Manuela Moura Guedes – “Acha bem dizer em praça pública que os advogados cometem crimes? (…) Está a enxovalhar a Ordem…”
Marinho Pinto – “O que está a fazer é manipulação!”
MMG – “Escreveu um artigo sobre o Freeport em que ataca a PJ…”
MP – “Porque utiliza o termo atacar e não criticar?”
MMG – “Foi visto como um frete político ao engenheiro Sócrates…”
MP – “Não me interessa. Não lhe devo nada, nem ele a mim. Deixe-me dizer-lhe uma coisa… Não pode dizer que faço fretes políticos. Olhe bem para mim nos olhos: nunca fiz fretes políticos!”
MP – “Estamos a criar uma sociedade de bufos…”
MMG – “Então o sr. é um bufo, ao vir para a praça pública denunciar advogados que cometem crimes?!”
MP – “Nós não varremos lixo para debaixo da mesa como fazem os jornalistas…”
MMG – “O sr. também não está a fazer muito pela sua classe…”

Wednesday, May 20, 2009

«Pouca vergonha»

Recebido agora mesmo por mail:

SILVA LOPES, 77 ANOS, NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS .

A pouca vergonha continua. Ao que isto chegou.
SILVA LOPES, com 77 ( setenta e sete ) anos de idade, ex-Administrador doMontepio Geral, onde saiu há pouco tempo com uma indemnização de mais de400.000 euros, acrescidos de varias reformas que tem, uma das quais do Bancode Portugal como ex-governador. Logo que saiu do Montepio foi nomeadoAdministrador da EDP RENOVAVEIS, empresa do Grupo EDP.
Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milhar deeuros num emprego dado pela escumalha politica do governo, que continua adistribuir milhões pela cambada afecta aos partidos do centrão.
Entretanto o Zé vai empobrecendo cada vez mais, num pais com 20% de pobres,onde o desemprego caminha para niveis assustadores, onde os salários damaioria dos portugueses estão cada vez mais ao nivel da subsistencia.
Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário o congelamento de saláriose o não aumento do salário minimo nacional, por causa da competividade daeconomia portuguesa. Claro que para este senhor, o congelamento dos saláriosdeve ser uma atitude a tomar, ( desde que não congelem o dele, claro ).
Quanto a FERNANDO GOMES, mais um comissário politico do PS, recebeu em 2008,como administrador da GALP, mais de 4 milhões de euros de remunerações.Acresce a isto um PPR de 90.000 euros anuais, para quando o " comissário PS" for para a reforma. Claro que isto não vai acontecer pois, tal como SilvaLopes, este senhor vai andar de tacho em tacho, tal como esta cambada deex-politicos que perante a crise " assobia para o ar ", sempre com os bolsoscheios com os milhões de euros que vão recebendo anualmente.
Estes senhores não tem vergonha na cara ?

Tuesday, May 19, 2009

P'r'òs mesmos

Chegado por e-mail:

Fernando Nogueira: Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa Agora - Presidente do BCP Angola
José de Oliveira e Costa: Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)
Rui Machete: Antes - Ministro dos Assuntos Sociais Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD
Armando Vara: Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro Agora - Vice-Presidente do BCP
Paulo Teixeira Pinto: Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho', Saiu com 10 milhões de indemnização !!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer...)
António Vitorino: Antes -Ministro da Presidência e da Defesa Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)
Celeste Cardona: Antes - Ministra da Justiça Agora - Vogal do CA da CGD
José Silveira Godinho: Antes - Secretário de Estado das Finanças Agora - Administrador do BES
João de Deus Pinheiro: Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.
Elias da Costa: Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação - Agora - Vogal do CA do BES
Ferreira do Amaral: Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte) Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.

Friday, May 15, 2009

Simplex, propaganda e vida real

Ouve-se falar dessa coisa a que chamaram Simplex e um tipo como eu pensa: metade é propaganda e o resto deve ser verdade.
Mas depois cai-lhe me cima a vida real e... afinal em algumas coisas parece que é tudo e só propaganda mas da pior: pelo menos uma medida tomada no ano passado em matéria de licenças para conduzir motociclos a coisa está muito pior e está preta para quem não tem meios.

É o caso de uns vizinhos meus, cidadãos da Moldávia.

Ele trabalha que nem um mouro (passe a expressão) e entende-se: é para isso que cá está. Tal e qual como omeus tios maternos quando foram para Paris (melhor, para os arredores de Paris). Ela tem de levar e trazer os dois miúdos à e da escola e precisa de tirar a tal licença para conduzir a motinha que têm lá em casa, a fim de poder aliviar as tarefas do marido, que está no tranbalho duro da construção civil, no que toca às idas e vindas da escola, em horários distintos - e ainda com a agravante de a miúda, por ser mais velhinha e ter mais arreigadas as estruturas do moldavo, precisar de explicações (três por semana). Uma complicação de vida para quem quer estar em Portugal para ganhar dinheiro.

Quando me pediram ajuda, pensando eu que o País estava sob o desígnio do Simplex, disse-lhes logo que isso não devia ser complicado.
Julgava eu.
Mas a vida real é madrasta para esta gente e para todos os que precisarem do mesmo.
Primeiro: já não é ali a três quilómetros, na junta de freguesia que se tira essa licença, mas sim na antiga DGV, hoje IMTT.
Primeira dificuldade: Setúbal fica a 40 minutos de carro.
Agora o mais caricato: a coisa funciona pelas seguintes etapas (obtive-as ao telefone e numa deslocação a uma escola de condução):
1ª - ir a Setúbal, ao IMTT, perguntar o que era preciso fazer e receber / comprar os impressos;
2ª - ir a Setúbal segunda vez quando tivesse os papéis todos prontos para marcar o exame;
3ª - ir a Setúbal terceira vez na data que lhe fosse marcada para fazer a prova.

Ajudei o Simplex: fui á tal escola de condução perguntar se «me» podiam ajudar e a pessoa foi tão simpática que me ofereceu os impressos e me indicou onde é que se podia comprar por 70 cêntimos (devo ter gasto em gasolina 10 vezes isso - solidariedade obriga, ok, tudo bem...): assim a pessoa poupou uma ida a Setúbal, por mero acaso.

Mas... e os outros milhares de todo o Distrito? E os outros, dos 18 distritos?

Ganda Simpex, sim, senhores.

Obrigado.

Tuesday, May 12, 2009

Cidadãos protestam: VMER faz falta

Mensagem recebida hoje para o blog via e-mail

A VMER (viatura médica de emergência e reanimação) de Lisboa situada na Rua Infante Dom Pedro informa todos que vai ser encerrada no próximo dia 31 de Maio de 2009.Esta informação foi dada, durante uma reunião com esta tripulação, pela Dra. Teresa Pinto, que é a Responsável pela Delegação Regional de Lisboa e Vale do Tejo, referindo nessa altura que se trata de uma decisão tomada pelo conselho de administração do Inem e dando como justificação dificuldades económicas.
A tripulação desta VMER está indignada com esta atitude desastrosa que visa toda a população da Grande Lisboa e Arredores, uma vez que esta é a única Vmer operacional nesta área que se encontra ligada ao Inem e que não tem base hospitalar. Trata-se da primeira Vmer inaugurada em Portugal em 1989. Constituída por uma tripulação bastante experiente e com capacidades excepcionais de actuação em qualquer situação de emergência.
Apenas para que se tenha uma pequena ideia desta atitude temos que considerar alguns aspectos fundamentais:
- Lisboa tem 499 700 habitantes (2007) e uma área metropolitana envolvente que ocupa cerca de 2 870km2 com cerca de 2,8 milhões de habitantes. A cidade e a sua área metropolitana concentram 27% da população do país. O concelho de Lisboa tem 83,84 km2 de área e apresenta uma densidade demográfica de 5 959 hab./Km2. O concelho divide-se em 53 freguesias. Faz fronteira a norte com os municípios de Odivelas e Loures, a Oeste com Oeiras, a noroeste com a Amadora e a sudeste com o estuário do Tejo. Por este estuário une-se com os concelhos da margem sul: Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete:
- Área 2761km2 (16º maior distrito português). População residente em 2006: 2.124.426.
a) Com o encerramento desta Vmer encerra 20% da capacidade de resposta dos meios pré-hospitalar em termos de Suporte Avançado de Vida destinados a esta população, uma vez que é frequente esta VMER deslocar-se até estes pontos e até mesmo Torres Vedras, Mafra e Ericeira.
b) Trata-se de uma VMER com cerca de 150 serviços mensais que necessitam de meios de SAV.
c) Das funções a que a VMER se destina destacam-se:
. Transporte da equipa médica ao local da ocorrência (constituída por Médico e Enfermeiro);
. Transporte do equipamento de suporte avançado de vida e abordagem ao politraumatizado;
. Triagem em situação multivítimas;
. Encaminhamento e acompanhamento até ao local mais adequado à continuidade do tratamento.

Para além de todas as razões acima referidas, esta será talvez a VMER mais importante ao nível de formação do profissional que se vai iniciar na emergência pré-hospitalar, uma vez que a grande maioria dos actuais profissionais tiveram a sua iniciação no pré-hospitalar na VMER DE LISBOA..
Pensamos ser óbvio e inquestionável o valor desta VMER de todos e para todos nós que funciona desde 1989 à custa de disponibilidades dos profissionais de forma a manter a sua operacionalidade ininterruptamente, operacionalidade essa que se situa acima dos 98%.
A extinção deste meio deve-se, mais uma vez, a interesses financeiros que são tomados sem ter em conta o que realmente interessa, o bem estar do ser humano e o direito a ser socorrido quando realmente precisa.
Para além disto tudo a desculpa apresentada é ilógica uma vez que é do conhecimento público que o INEM é das poucas, senão a única, instituição estatal de saúde com lucros financeiros.

Monday, May 11, 2009

Corredor ciclável - troço de Entrecampos

Rua de Entrecampos em causa

Ciclovias em Alvalade vão complicar trânsito e causar acidentes, defendem CDU e PSD

12.05.2009, Inês Boaventura , Público
A Câmara de Lisboa rejeita as críticas, na origem de três abaixo-assinados, e fala em falta de informação

A construção de ciclovias na Rua de Entrecampos e na Avenida Frei Miguel Contreiras, em Alvalade, está a gerar um coro de protestos, tendo o PCP e o PSD lançado três abaixo-assinados contra a iniciativa da Câmara de Lisboa. O vereador Sá Fernandes garante que no caso da primeira artéria nada está decidido e atribui as críticas a falta de informação. Sublinhando ser "inteiramente favorável" à existência de pistas cicláveis, o representante da CDU na Assembleia de Freguesia de Alvalade, Pedro Duarte Silva, considera "profundamente errada" a criação de tal equipamento na Rua de Entrecampos, dada a "estreiteza" desta artéria. O eleito acrescenta que isto vai "prejudicar ainda mais o problema do estacionamento" e alerta para o risco de acidentes envolvendo ciclistas e transeuntes, já que a ciclovia vai nascer "a uma distância muito pequena das entradas e saídas dos prédios". Estas objecções levaram à apresentação de uma moção na assembleia de freguesia, aprovada por todas as forças políticas, e à criação de uma petição que reuniu 210 assinaturas e já foi entregue à Câmara de Lisboa. Mas os protestos não ficaram por aqui e nos últimos dias a CDU e a Junta de Freguesia de Alvalade, presidida pelo PSD, lançaram mais dois abaixo-assinados. O da CDU, que pede à autarquia uma revisão do traçado, refere-se à ciclovia cuja construção já arrancou na Avenida Frei Miguel Contreiras, invocando que vai reduzir o estacionamento e agravar o trânsito. Estas críticas são partilhadas pelo executivo da junta de freguesia, que numa carta distribuída da zona defende que o equipamento "é extremamente lesivo dos interesses dos fregueses e moradores", acarretando "problemas de segurança" devido à "diminuição da largura do passeio existente". O vereador do Espaço Público da Câmara de Lisboa atribui estas críticas a falta de informação, garantindo que no caso da Avenida Frei Miguel Contreiras "não se tira nenhum lugar de estacionamento", tendo além disso sido acordada com a Rede Ferroviária Nacional a realização de uma série de obras ao longo do caminho de ferro entre Sete Rios e a Avenida Gago Coutinho, como a plantação de árvores, intervenções em espaços verdes e um incremento da iluminação.Quanto à Rua de Entrecampos, Sá Fernandes diz que a construção da ciclovia "ainda não está decidida", já que este equipamento deixará de ser necessário se se avançar no Bairro de São Miguel com a criação de uma zona onde os automóveis não possam circular a mais de 30 km/h. Seja qual for a solução adoptada, o vereador diz que até do fim do ano vai ser possível ir de bicicleta desde o Campo Grande até à Gago Coutinho.

Atentado contra Monsanto

NOTA DE IMPRENSA
NOVO ATENTADO CONTRA O PARQUE FLORESTAL
DE MONSANTO

A Plataforma por Monsanto manifesta a sua indignação por nova tentativa de alteração do PDM de Lisboa, a fim de retirar mais uma parcela de terreno ao Parque Florestal de Monsanto.
Por iniciativa do Ministério da Economia, e com o apoio da CML, vai ser votada em sessão de Câmara de dia 13 de Maio, a desanexação de 5000 metros quadrados de terreno arborizado, no Zambujal, sob a administração do Município de Lisboa dentro do perímetro do Parque Florestal, adjacente ao que se encontra ocupado pela actual Subestação da Rede de Distribuição de Energia, junto a CRIL (Azinhaga da Marinheira) para dar lugar a uma nova subestação de 60-200kV da RNT.
Sem querer pôr em causa a importância do equipamento, a Plataforma por Monsanto estranha a falta de Avaliação de Impacte Ambiental, (havendo alternativas) e a opção da CML sob proposta da Administração Central, pelo caminho fácil da desafectação e destruição de mais um pedaço de terreno a um Parque que é constantemente alvo de pressão por parte de quem tem a obrigação de o defender.
De excepção em excepção, a área deste Parque tem vindo a diminuir drasticamente ao longo dos anos sendo os seus terrenos constantemente visados em tentativas, algumas concretizadas, de implementação dos mais diversos equipamentos ou estruturas que nada têm a ver com o seu funcionamento nem com os seus objectivos.
Apelamos pois para que as forças políticas representadas na CML não votem favoravelmente esta pretensão contribuindo assim para a preservação de um Parque Florestal tão importante para a cidade de Lisboa.
A Plataforma por Monsanto
Lisboa, 11 de Maio de 2009

Entidades que fazem parte da Plataforma por Monsanto: Associação dos Amigos e utilizadores do Monsanto; Associação de Moradores do Alto da Ajuda; AMBEX- Associação de Moradores de São Francisco Xavier e Santa Maria de Belém , Associação de Moradores do Bairro do Calhau; QUERCUS; LPN; Grupo Ecológico de Cascais; Clube de Actividades de Ar Livre; Fórum Cidadania LX; Associação Lisboa Verde; ASPEA; Fundação das Casas de Fronteira e Alorna; ATTAC Verde.

Sunday, May 10, 2009

Rumsfield no caminho da H1N1

http://prensa.pe/extrana-coincidencia-la-gripe-porcina-surge-en-mexico-justo-cuando-se-firma-acuerdo-de-inversion-de-127-millones-de-dolares-para-hacer-un-laboratorio-que-produzca-la-vacuna.html

POR LO MENOS VALE TENERLO EN CUENTA
SAQUEN SUS CONCLUSIONES...

Se advierte una muy extraña coincidencia.

La gripe porcina que ya ha matado más de 100 personas se da justosemanas después que se anuncia una inversión de 127 millones dedólares para construir un laboratorio que produzca la vacuna.
La noticia de esta inversión y del famoso laboratorio aparece en elwebsite La Jornada el día 11 de marzo de 2009http://prensa.pe/wp-content/uploads/2009/04/gripe.jpgy sucede que ... para los que creen en las coincidencias ... semanasdespués estamos en medio de una crisis mundial por la influenza ogripe porcina.Algunos ya estaban cuestionando la razón por la cual se invertía 127millones de dólares en plena crisis económica cuando la enfermedad noexistía. Los que propulsaban la inversión señalaban que era cuestiónde tiempo que la influenza llegara ...Hasta ahora en los periódicos se habla de muertes pero no se dice quépersonas están muriendo. Aparentemente la mayoría pertenecen asectores pobres y marginales que no tienen acceso a la salud ni puedenpagar las vacunas o antibióticos.En medio de esta crisis se dan poderes máximos a las autoridades desalud del gobierno Mexicano, facultades que incluyen el aislamientoforzoso (lea la noticia aquí en este link). Además el ejercito hasalido a las calles de México DF.El lector nos informa que cada vacuna está costando cientos de pesosque sólo algunos pueden pagar.
¿SIMPLE CASUALIDAD?Laboratorios que venden medicina para la gripe porcina estaban en bancarrotaLas farmacéuticas multinacionales Roche y Glaxo Smith Klein son lasque comercializan los medicamentos para la gripe porcina. Son estasmismas las que se benefician económicamente con la expansión del brotedel virus. El dato es que ambas se encontraban al borde de la quiebra.
http://www.dsalud.com/editoriales_081.htm
http://www.islamyal-andalus.org/control/noticia.php?id=996

EL TAMIFLU, DONALD RUMSFELD Y EL NEGOCIO DEL MIEDO
Bastó que Estados Unidos tocara la campana de alarma para que el mundotemblara de miedo ante la perspectiva de una pandemia. A pesar de quehan transcurrido nueve años desde que el famoso virus de la gripeaviar fuera detectado en Vietnam y no llegan aún a cien las víctimasmortales. Una media pues de once fallecimientos al año... ¡en todo elmundo! Un detalle insignificante que no impidió a George Bushemprender su segunda "guerra preventiva" en poco tiempo, esta vez paraluchar contra otra arma de destrucción masiva tan vaporosa como las"encontradas" en Irak: el virus H5N1. A fin de cuentas había halladotambién una poderosa "arma preventiva", un antiviral llamado Tamifluque comercializaba la empresa suiza Roche y que en apenas unos días seconvirtió en la gallina de los huevos de oro. De hecho, los ingresospor su venta pasaron de 254 millones en el 2004 a más de 1.000millones en el 2005. Y su techo es imprevisible dada la grotescareacción de los gobiernos occidentales con peticiones masivas delproducto. La realidad, sin embargo, es que la eficacia del Tamiflu escuestionada por gran parte de la comunidad científica. Muchos sepreguntan cómo se espera que pueda servir ante un virus mutante cuandoapenas alivia algunos síntomas -y no siempre- de la gripe corriente.Obviamente la respuesta al protagonismo del Tamiflu en nuestras vidasno es científica sino puramente comercial. El Tamiflu era hasta 1996propiedad de Gilead Sciences Inc. empresa que ese año vendió lapatente a los laboratorios Roche. ¿Y saben quién era entonces supresidente? Pues el actual Secretario de Defensa de Estados Unidos,Donald Rumsfeld, que aún hoy sigue siendo uno de sus principalesaccionistas. ¿Y recuerdan que pasó el año pasado? Pues que en cuantoempezó a hablarse de la gripe aviar Gilead Sciences Inc quisorecuperar el Tamiflu alegando que Roche no hacía esfuerzos suficientespor fabricarlo y comercializarlo. Y que tenía "fuerza" para lograrlolo demuestra que ambas empresas se sentaron a "negociar" y acordaronen un tiempo récord constituir dos comités conjuntos, uno que seencargase de coordinar la fabricación mundial del fármaco y decidirsobre la autorización a terceros para fabricarlo y otro para coordinarla comercialización de las ventas estacionales en los mercados másimportantes, incluido Estados Unidos. Además Roche pagó a GileadSciences Inc unas regalías retroactivas por valor de 62,5 millones dedólares. Y por si fuera poco la empresa norteamericana se quedó conotros 18,2 millones de dólares extra por unas ventas superiores a lascontabilizadas entre 2001 y 2003. A lo que hay que añadir un dato:Roche se ha quedado con el 90% de la producción mundial de anísestrellado, árbol que crece fundamentalmente en China -aunque tambiénse encuentra en Laos y Malasia- y que es la base del Tamiflu. Elescenario, qué duda cabe, estaba completo. Sólo había que empezar aencontrar poco a poco aves contagiadas con el virus en distintospaíses -un ave aquí, otro par más allá- para crear alarma mundial conla ayuda de científicos y políticos poco escrupulosos o de escasacapacidad intelectual y de los grandes medios de comunicación -quecomo todo el mundo sabe no se caracterizan precisamente por investigarlo que publican o emiten-. ¿Y qué tiene que ver Donald Rumsfeld entodo esto? Pues absolutamente nada. Según un comunicado emitido elpasado mes de octubre por el Pentágono el actual Secretario de Estadonorteamericano no intervino en las decisiones que tomó el Gobierno desus amigos Bush -el presidente- y Cheney -el vicepresidente- sobre lasmedidas preventivas que había que adoptar ante la amenaza de pandemia.El comunicado afirma que se abstuvo, que no tuvo nada que ver en ladecisión de la Administración estadounidense de apoyar y aconsejar eluso del Tamiflu a nivel mundial. Y nosotros le creemos. Como cuandoaseguró solemnemente que en Irak había armas de destrucción masiva.Además el hecho de que su nombre aparezca unido a una vacunaciónmasiva contra una supuesta gripe del cerdo durante la Administraciónde Gerald Ford en la década de los 70 -que dio como resultado más de50 muertos a causa de los efectos secundarios- no es más que unacoincidencia. Como lo es que la FDA aprobara el aspartamo a los tresmeses de que Rumsfeld se incorporase al Gabinete de Ronald Reagan apesar de que tras diez años de estudios no se había tomado ningunadecisión. Sólo alguien muy mal pensado puede plantearse que tuvieraalgo que ver el hecho de que poco antes de incorporarse al Gobiernonorteamericano Rumsfeld fuera el presidente del laboratorio fabricantedel aspartamo. Y, por supuesto, tampoco tuvo nada que ver con lacompra tras el 11-S del Vistide, fármaco adquirido masivamente por elPentágono para evitar los efectos secundarios que podía producir lavacuna de la viruela entre los soldados norteamericanos a los que seles aplicó masivamente antes de enviarlos a Irak. Que el Vistide fueratambién un producto de los laboratorios Gilead Sciences Inc, creadordel Tamiflu, es otra coincidencia. Así que siga usted de cerca todaslas informaciones que aún van a darse sobre la gripe aviar y llene subotiquín casero de Tamiflu. Y si hay que comprar algo más, se compra.Faltaba más. Les invito a leer el excelente artículo


POR FAVOR COMUNICAR ESTA INFORMACION A TODOS LOS QUE PUEDAN PARAEVITAR QUE NOS SIGAN MINTIENDO, SOLO EL BRILLO DE LA VERDAD ECHARAFUERA LAS TINIEBLAS DEL MIEDO.

MOVIMIENTO ZEITGEIST


PAGINAS DE INTERES
http://capitalismexposed.wordpress.com/2009/04/26/gripe-porcina-un-nuevo-bluf/
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DOCUMENTALES RECOMENDADOS
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Endgame Blueprint For Global Enslavement [2007]
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El nuevo Siglo Americano
http://video.google.com/videoplay?docid=-8492207619916822112

Sunday, May 03, 2009

De Veneza e da Beira Interior vêm boas e muito más notícias

Um coro nosso vai a Itália e traz prémios únicos. Mas os alunos não têm as faltas justificadas... Sra. Ministra, como é isto???

A vitória de um coro nacional é de facto motivo de regozijo. Mas o magno interesse está na estupefacção que deve causar a todos nós que estes amadores não mereçam justificar faltas pela sua arte, se fossem desportistas outro galo cantaria. Que país este! A indignação do maestro tem toda a razão de ser. E já não acrescentamos o serem de uma região desfavorecida do interior, mas foram a Itália e arrecadaram ouro e prata sem quaisquer apoios que não a sua força de vontade. BRAVOS!!!!!!!

Cultura: Coro Misto da Beira Interior conquista medalhas de ouro e prata em Itália (COM AUDIO E VÍDEO)

Veneza, Itália, 03 Mai (Lusa) - O Coro Misto da Beira Interior conquistou uma medalha de ouro e outra de prata no 7º Concurso Internacional de Coros de Veneza, Itália.As distinções foram entregues na última noite na cerimónia de encerramento da prova.A medalha de ouro foi entregue graças à pontuação da interpretação de obras de música sacra de Gasparinni, Bruckner e Luís Cipriano (maestro que dirige o coro), enquanto a prata distinguiu peças livres de Edson Conceição, Diogo Melgaz e Graystone Ives (com expressão corporal).O coro recebeu ainda convites para concertos em Moscovo, Rússia, e foi desafiado pela organização a preparar um concurso internacional em Portugal, disse à Agência Lusa o maestro Luís Cipriano.O 7º Concurso Internacional de Coros de Veneza foi organizado pela Música Mundi, da fundação alemã Interkultur, que em 20 anos organizou 90 eventos mundiais com 4500 coros, avaliados por júris de vários países.O evento juntou desde quarta-feira 32 grupos (cerca de 1500 pessoas) de 17 países, com espectáculos abertos ao público.O Coro Misto da Beira Interior já tinha conquistado seis medalhas noutras competições internacionais nos últimos anos, uma das quais de ouro, em Budapeste, Hungria, em 2007.No concurso de Veneza foram entregues 27 medalhas de ouro, 16 de prata e uma de bronze, atribuídas consoante os patamares de pontuação alcançados em cada peça - de acordo com uma grelha de parâmetros do júri.“A quantidade de medalhas de ouro reflecte a qualidade dos coros a concurso este ano, o que valoriza as medalhas que ganhámos. Na categoria de peças de tema livre, por exemplo, acabámos por concorrer sozinhos, mas a pontuação correspondeu a uma medalha de prata”, referiu Luís Cipriano."No caso da música sacra, concorremos com coros que em todos os concursos ganham sistematicamente medalhas de ouro. Tenho um orgulho extremamente grande de passar a estar inserido neste leque de grupos”, sublinhou.O Coro Misto da Beira Interior regressa hoje a Portugal e a próxima actuação está marcada para domingo, dia 10, em Vila Velha de Ródão.
LFO.Lusa/fim

Cultura: Maestro reclama faltas justificadas para jovens que representam Portugal (COM ÁUDIO E VÍDEO)

Veneza, Itália, 03 Mai (Lusa) - O maestro do Coro Misto da Beira Interior criticou hoje o facto de os estudantes portugueses que representam Portugal em actividades culturais não terem faltas justificadas na escola, como acontece no desporto.Luís Cipriano falava à Agência Lusa em Itália, onde o coro conquistou uma medalha de ouro e outra de prata no 7º Concurso Internacional de Coros de Veneza.“Qualquer criança que seja pré-seleccionada para representar Portugal em actividades desportivas tem automaticamente faltas justificadas na escola, independentemente de nunca representar o país”, explicou.“E esta gente tem que faltar às aulas para representar Portugal e ainda por cima obter resultados”, sublinhou, referindo-se ao coro de 30 pessoas que dirige, parte do qual é constituído por jovens do ensino básico e secundário.“Só por aí se reflecte a mentalidade geral dos governantes, que nunca se lembraram que as crianças que fazem cultura têm tanto valor como as que fazem desporto - e neste caso têm mais sucesso do que as que fazem desporto”.Uma situação que se estende a outros profissionais do coro, que não dispõe de instrumentos apropriados para justificar ausências nos postos de trabalho quando representam o país em eventos culturais, como foi o caso do grupo nos últimos dias.“Tal como disse um dos júris do concurso internacional, o nosso coro seria talvez o único verdadeiramente amador a concurso e era notável o trabalho que se conseguia fazer. A pontuação e as medalhas falam por si”, concluiu.O 7º Concurso Internacional de Coros de Veneza juntou desde quarta-feira 32 grupos (cerca de 1500 pessoas) de 17 países.
LFO.Lusa/fim

Saturday, May 02, 2009

Vital conseguiu que se fale dele e até se compara com Mário Soares. Ele lá sabe

Começo por esclarecer três coisas sobre Vital Moreira: 1. Estudei pelo manual dele e do Gomes Canotilho e foi muito bom para mim que isso tenha acontecido; 2. Foi casado com uma prima da minha mulher; 3. Foi militante do meu Partido.
Acrescento que não o conheço sequer pessoalmente. Vi uma vez, apenas.
Dito isto, em frente.
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Vital foi agredido e isso é muito mau. Foi agredido em dia mau para o ser e isso é muito mau: a agressão ensombra Maio e faz duas coisas péssimas: que Vital, que estava sem garra, abra hoje os telejornais e que as culpas ainda recaiam na esquerda. Portanto, tudo junto, tudo mau.
Lamento tudo isto.
Condeno tudo isto.
Mas, honestamente, uma Zita ou um Vital, depois de terem andado por aqui, virem aqui, chateia qualquer um... até parece que se procuram sarilhos... embora cada um reaja a seu modo.
Não me parece que tenha sido muito bom este candidato do PS (bem sei que é independente - mas aproveitar um 1º de Maio para ali fazer-se notar como candidato...), num dia destes, numa época destas, aparecer ali... meus senhores, se não estavam à procura disto, mais parece que sim - as pessoas sabem que nestes ajuntamentos de tantos milhares, se há milhares que se comntrolam, há quem se solte das formas mais inesperadas...
Nem me passa pela cabeça estar aqui a piorar as coisas ou a dizer que fizeram bem as pessoas que assim reagiram. Nada disso. Se fosse eu, não o teria feito, claro. Se lá estivese, ter-me-ia posto entre os exaltados e Vital, como é evidente.
Mas nunca me impeço de reflectir. E, reflectindo, aí está o que penso. E penso que, se fosse eu e me chamasse Vital, muito menos lá teria ido hoje, evidentemente.
Vital e quem concebeu a operação devia ter reflectido também.
Ao contrário do que pensou quem tal planeou, se planeou, a verdade é que Vital (e o PS) não saem mais prestigiados disto. É que na mentalidade judaico-cristã do nosso Povo (aqueles que poderiam consider Vital um mártir) presume sempre que os mártires fizeram algo a que sae posaa chamar boas acções. Não foi o caso. Para uns passará por mártir de quem ter pena, mas para outros será apenas um provocador detestável: mais detestável hoje do que ontem. Assim funciona a vida política, penso eu.
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Registo com tranquilidade que os restantes membros do PS não foram directamente molestados e que «“muitos participantes” do desfile da CGTP correram em auxílio dos socialistas. “Muitos manifestantes indignaram-se com aquela cena e afirmaram bem alto que aquilo era inadmissível.” (...) Carlos Trindade, dirigente da CGTP, fez questão de “pedir desculpas em seu nome e em nome da Intersindical”, lamentando o sucedido», como leio no «Público Última Hora».
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Agora, o que se seguiu - que foi gravíssimo. É com coisas destas que se arranjam grandes chatices.
A rapidez com que Vitalino Canas apareceu por todo o lado a papaguear coisas é muito suspeita. Muito suspeita mesmo.
Permite pensar que, de certeza, parece que já estava tudo preparado.
Condeno as agressões mas condeno ainda mais as provocações preparadas.
E tudo me indica que esta foi uma dessas da parte de alguém. Nem sei se de Vital nem se da candidatura nem se de alguma das empresas de marketing político que agora qté põem os miúdos a mentir nos tempos de antena do PS - que é o mais provável, para mim.
Isso já era sufientemente mau.
Mas essa de que o PCP tinha de pedir desculpas não lembrava ao diabo.
Quem se julga esse senhor chamado Vitalino Canas para estas aleivosias? Um pouco de contenção fazia-lhe bem. Não gostei nem um bocadinho do que ele disse. Sei que a sondagem de hoje sobre as europeias não lhe agradou nada. Mas daí até procurar a todo o custo aproveitar este incidente para fazer de Vital um mártir, meus senhores, tenham calma.
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Da parte da CGTP, isso sim, já foram pedidas desculpas. E ainda bem. Da parte do PCP, a reacção foi esta: «O PCP manifesta a sua discordância e lamenta os incidentes verificados em Lisboa, num acto isolado de alguns manifestantes» mas «rejeita as acusações, insultos e calúnias dirigidas pelo PS contra o PCP», afirmou (Francisco Lopes) - leio no site da TVI24.
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Pelo meu lado, repito que lamento e que tudo isto seria bem mais útil se não tivesse acontecido. A começar pela inclusão de Vital na comitiva do PS que foi ao Martim Moniz. A que propósito é que este candidato, um independente, vai representar um partido?
E reafirmo que o PS e Vital saem a ganhar visibilidade de uma candidatura cheia de incidentes negativos e sem garra e em dia de má sondagem (como pode ler aqui).
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À margem:
E isto, não foi provocação? Com um membro da direcção da UGT e tudo?
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Entretanto, o PCP emitiu uma Nota sobre o assunto. Pode ler aqui.

Friday, May 01, 2009

Em defesa do Trancão

Nota prévia

Esta moção foi rejeitada pelo PS de Loures



Loures
Coligação Democrática Unitária
________________________________________________________________________________________


MOÇÃO
ALTERAÇÃO DOS PLANOS DE PORMENOR DA ZONA NORTE DA EXPO
(PP6 E PP5)


Por solicitação da Parque EXPO, a Câmara Municipal de Loures, aprovou no passado
dia 11, uma alteração ao Plano de Pormenor 6 (PP6), na zona norte da EXPO,
reconfigurando as possibilidades de ocupação daquela área.
O espaço destinado a equipamentos públicos e zonas verdes, que pudessem constituir
uma verdadeira área de descompressão para a Cidade de Sacavém, mas também para a
vizinha Vila de Moscavide, terá outras ocupações, que não as inicialmente previstas nos
planos iniciais.
A solução agora definida pela Câmara Municipal de Loures, é uma cedência aos
interesses imobiliários, que paulatinamente têm transformado o sonho em pesadelo.
Do Plano de Pormenor 5 (PP5) é retirada uma escola pública, para que no seu lugar se
construam mais uns edifícios, esgotando-se deste modo o PP5. Essa escola pública é
deslocada para o PP6, ocupando uma parcela da área destinada a equipamentos públicos
de lazer e desporto. A restante parcela dessa área destinada a um parque verde equipado,
passará a estar ocupada com um colégio privado.
É o fim da promessa de uma ampla zona de equipamentos públicos, desportivos e de
lazer, junto à foz do Trancão. Sobram, para usufruto público, as ruas e uma pequena
praça.
Esta alteração, proposta pela Parque EXPO, deveria ter contado com a legítima e firme
oposição da Câmara Municipal de Loures.
Quem passar num fim-de-semana pela foz do Trancão perceberá como oportuno fora o
anterior planeamento, agora alterado. Aquele espaço, mesmo sem as infra-estruturas de
que carece, é já aproveitado por milhares de pessoas, que o tornaram seu de facto.
A Assembleia Municipal de Loures, reunida em 19 de Fevereiro, delibera:
a) Manifestar o seu desacordo em relação à deliberação tomada;
b) Exigir que a Câmara Municipal de Loures desenvolva todos os esforços no sentido do cumprimento das legitimas expectativas da população do Concelho de Loures, em especial da Cidade de Sacavém e da Vila de Moscavide, que na área em apreço venha a ser edificada uma ampla zona verde, devidamente equipada com estruturas de desporto e lazer, cumprindo desse modo as promessas feitas às populações.



Loures, 19.Fevereiro.2009


Os eleitos da CDU


A Moção foi rejeitada, com os votos a favor da CDU e BE, as abstenções do PSD e
os votos contra do PS



Wednesday, April 29, 2009

Alta de Lisboa

A CDU divulgou ontem um documento em que se faz uma análise profunda das relações entre a CML e a SGAL (Alta de Lisboa). É o seguinte o seu conteúdo:

Exmo. Sr.
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
António Luís Santos da Costa


REQUERIMENTO - SGAL


Em 21 de Julho de 2008 solicitamos a V. Exa., através de requerimento, informações relativas ao cumprimento do Contrato Inominado entre o Município de Lisboa e a SGAL. As informações requeridas foram as seguintes:
· Nomes e data da tomada de posse dos membros da Comissão Paritária;
· Balanço exaustivo sobre o cumprimento do Contrato Inominado (contrapartidas em espécie e numerário já entregue pela SGAL, terrenos entregues pelo Município, valores em débito e em crédito, etc.), e ainda sobre os motivos de não cumprimento, a existirem, reportado a 30 de Junho de 2008.
· Valor das taxas devidas pela SGAL em operações urbanísticas, datas de pagamento e outras informações consideradas relevantes para a análise da situação.
Em 9 de Fevereiro de 2009, recebemos resposta ao nosso requerimento através do ofício OF/446/GPCML/09 com data de 05 de Fevereiro de 2009. No entanto, a informação INF/65/DMGU/UPAL/09 anexa ao referido ofício respondia apenas parcialmente ao nosso requerimento.
A citada informação referia que “apesar de nos ter sido solicitada informação sobre a situação a 30 de Junho de 2008, a nossa resposta conterá, nesta fase, toda a informação reportada a Novembro de 2007, uma vez que a última Conta Corrente homologada é a referente a essa altura”. “Uma vez que a conta corrente de Novembro de 2008 se encontra ainda em análise prévia à sua homologação, oportunamente será dado conhecimento”
Referia ainda no seu ponto 3 que o “Contrato Inominado (…) estabelece que as contrapartidas em espécie a entregar pelo promotor privado serão objecto de uma Conta Corrente na qual serão inscritas a crédito e a débito todas as contrapartidas em espécie tendo por objectivo possibilitar a determinação, em cada momento, do valor e natureza das obras” (…) “A Conta Corrente expressa, assim, a execução das contrapartidas em espécie e tem elaboração semestral, em final de Maio e em final de Novembro de cada ano (nº19 do art.º 3º)”
Assim sendo, de acordo com o Contrato Inominado, deveria ter sido já elaborada as contas correntes relativas a Maio e Novembro de 2008, quando nos foi dada a referida informação.

Por outro lado, o Relatório de Gestão 2008, que nos foi entregue no dia 1 de Abril, muito embora ainda não tenha sido discutido em Câmara, faz referência aos seguintes factos:
· “O acréscimo verificado na dívida de e a terceiros, por via das contas, respectivamente, de Outros Devedores e de Outros Credores, radica no essencial, nas regularizações contabilísticas efectuadas no quadro da execução do designado Contrato Inominado entre a CMLisboa e a SGAL (…)”
· “Ao nível dos proveitos extraordinários a variação face a 2007, foi de +166,8 milhões de euros, radicada, sobretudo, em mais valias relativas à alienação de imobilizado (a regularização feita ao nível das operações com a SGAL saldou-se em 72,2 milhões de euros) …”
· “Verificou-se uam alteração na estrutura do activo, ainda que o Imobilizado se mantenha claramente prevalecente, com o Circulante a ganhar relevância face ao Fixo, por via do aumento de dívidas de terceiros que radica, no essencial na variação do slado de Outros Devedores explicada, fundamentalmente, pelo impacto das regularizações contabilísticas feistas em 2008, no quadro da execução do Contrato Inominado celebrado entre a CML e a SGAL “
· “O crescimento do imobilizado em Curso dos bens de Domínio Público reflete o acréscimo reflete o ac´rescimo relatvio, essencialmente, a obras em viadutos e na via pública, iluminação pública e espaços verdes, enquanto que o das Imobilizações Corpóreas reflete as adições relativas a bens transmitidos pela SGAL, equipamentos diversos, terrenos (……)”
· “O Incremento do Imobilizado Corpóreo resultou da transferência para as rubricas de edifícios e outras construções de bens anteriormente registrados em Imobilizado em Curso (….), porquanto se verificou uma diminuição na rubrica de terrenos por conta de transmissões efectuadas à SGAL.”
· “As dívidas de terceiros, no valor total de 234 Milhões de euros, assinalaram um forte crescimento face aos 72,9 milhões registrados no fim de 2007 em resultado, basicamente do incremento no saldo de Outros Devedores (+159,4 Milhões) que reflete, no essencial, as operações de regularização contabilística da execução do Contrato Inominado celebrado entre a CMLisboa e a SGAL”
· “Esta evolução, face ao exercício anterior, fundamenta-se no aumento da Dívida a Terceiros globalmente saldada em 150,6 Milhões de euros (por efeito do acréscimo da Conta Outros Devedores, que reflete, no essencial, as operações de regularização contabilística da execução do Contrato Inominado celebrado entre a CMLisboa e a SGAL e a consolidação de passivos (….)
· “O valor de -75,1 Milhões de euros de Resultados Transitados decorreu por um lado, da regularização de bens do imobilizado anterior a 1980, de movimentos referentes à SIMTEJO e à SGAL e da integração do GRCV e Lisdesporto (….)
· “Desta análise resultaram diversas regularizações contabilísticas em 2008, ao nível tanto do activo como do Passivo municipal. No activo foram registados os terrenos cedidos pela CML e os pagamentos em numerário a efectuar pela SGAL (com um impacto de 153,5 Milhões de euros no saldo de Outros devedores) enquanto que no Passivo, foram realizadas correcções relativas a contrapartidas em espécie por registrar e entregues, mas cujos terrenos ainda não foram transmitidos pela CML (com um impacto de 166,9 milhões de euros no saldo de Outros credores). Destas regularizações resultou, portanto, um saldo favorável à SGAL”

Já nos anexos às Demonstrações Financeiras 2008 encontramos as seguintes referências à SGAL:
“Decorrentes da análise da conta corrente com a SGAL – Sociedade gestora da Alta de Lisboa SA., em 2007 foram indentificados valores devedores duplicados e mesurações desenquadradas do coeficiente de desvalorização de moeda aplicável, tendo sido provisionados os montantes em excesso. Em 2008 após uma análise detalhada a todos os movimentos, tendo como base a conta corrente da SGAL foram efectuados diversos registos nomeadamente os relativos a terrenos entregues pela CML à SGAL e contrapartidas entregues pela SGAL à CML, com vista por um lado a corrigir lançamentos já efectuados e por outro a inscrever transacções ainda não registradas, nomeadamente:
Entrega de terrenos pela CML que aguardam a regularização da respectiva contrapartida – 40,1 Milhões de euros
Obras entregues à CML que aguardam a respectiva regularização – 166,9 Milhões de euros
O impacto destas correcções no exercício de 2008 é o seguinte:
Imobilizações
Terrenos – 40,1 Milhões de euros
Imobilizado em curso – 166,9 Milhões de euros

Dívidas a receber por conta de obras a entregar pela SGAL - 41,7 Milhões de euros
Dívidas a pagar por conta de obras recebidas pela CML – 166,9 Milhões de euros”

Por outro lado, a rubrica Erros e Regularizações materiais, não faz, curiosamente, nenhuma referência à SGAL, nem no que toca a resultados transitados, nem no que toca a outras regularizações relativas a exercícios anteriores.

Pelo atrás exposto e nos termos da alínea r) do nº 1 do artigo 64º e da alínea s) do nº 1 do artigo 68º da Lei nº 169/99 de 10 de Setembro com as alterações introduzidas pela Lei nº 5-A/2002 de 11 de Janeiro, bem como ao abrigo do disposto no art. 4º do Decreto-Lei nº 24/98 de 26 de Maio, os Vereadores do PCP na Câmara Municipal de Lisboa vêm requerer a V. Exa.:
· O envio da última conta corrente homologada pela CMLisboa relativa ao ano de 2008;
· A justificação para o não cumprimento do Contrato Inominado e para a não homologação das contas correntes relativas a 2008, caso tal tenha ocorrido;
· Uma explicação sobre qual a data da última conta corrente homologada entre a CMLisboa e a SGAL utilizada pela CML para suportar os movimentos e registos efectuados no exercício de 2008.
· Caso a conta corrente utilizada pelos serviços das Finanças para registar os movimentos relativos à SGAL não tenha por base as contas correntes referidas no Contrato Inominado e homologadas entre a CMLisboa e a SGAL, uma explicação sobre quais os documentos que suportam essa conta corrente e todos os seus movimentos;
· Uma explicação sobre a aparente discrepância existente entre as informações constantes no relatório de gestão e as informações constantes nos anexos às demonstrações financeiras no que se refere aos valores relativos à SGAL inscritos na conta Outros devedores;
· O envio de todos os movimentos relativos à conta corrente da SGAL processados em 2007 e 2008, com a discriminação dos terrenos, obras, equipamentos, contrapartidas em numerário, e respectivas datas de entrega real, que justifiquem em detalhe os saldos da SGAL inscritos nas Contas Patrimoniais de 2007 e 2008.
· Uma justificação para o não registo atempado das transações já efecuadas em anos anteriores bem como para as correcções de lançamentos efectuadas;


Lisboa, 29 de Abril de 2009


Os Vereadores do PCP

Thursday, April 23, 2009

AIL contra despejos imediatos

AIL não abdica
do seu papel de parceiro social

NOVA LEI DOS DESPEJOS IMEDIATOS EM PREPARAÇÃO PELO GOVERNO

Ao que a Associação dos Inquilinos Lisbonenses conseguiu saber, o Governo tem em preparação um Projecto de Decreto-lei que visa no essencial o despejo dos inquilinos, habitacionais e não habitacionais.

Destina-se tal projecto a apresentar na AR uma autorização legislativa que, no pressuposto de alterar o Decreto-Lei nº 157/2006, não passa de uma alteração com o objectivo de facultar aos proprietários os despejos imediatos, bastando para tanto que pretenda executar obras de conservação para as quais seja necessário que o inquilino não possa permanecer no locado.

Nestas circunstâncias, os inquilinos habitacionais poderão ser indemnizados com o valor correspondente a dois anos de renda, num mínimo de 24 vezes o salário mínimo nacional (10.800,00 euros) e para os não habitacionais 60 vezes o mesmo valor (27.000,00 euros).

Estamos a falar em valores insignificantes para eventuais alternativas tendo em conta o que a habitação representa para as pessoas, e para os serviços e emprego, valores esses que serão por certo uma pequena parcela do que representará o valor que os proprietários irão receber futuramente em novos arrendamentos.

A ser assim, importa responder desde já e condenar energicamente tal propósito do Governo, completamente desajustado da realidade social e económica do país, ainda por cima agravadas com a crise existente.

Era um hábito salutar haver uma apresentação de intenções e uma discussão prévia entre o Governo e os parceiros sociais. O Secretário de Estado Dr. Eduardo Cabrita assim procedeu ao consultar as associações no decorrer do processo de alterações à lei do Arrendamento.

Agora, e ao contrário, o Secretário de Estado João Ferrão, não comunicou nem discutiu previamente, e quando confrontado pela AIL, por escrito, sobre quais as razões de estar em preparação nova legislação sobre habitação e arrendamento sem que a AIL, ficou muito indignado.

AIL é parceiro social
e exige ser ouvida

A AIL não abdica do seu papel de parceiro social e, como tal, exige ser ouvida. Ontem, hoje, amanhã e sempre! Está em causa um direito fundamental dos cidadãos, o seu direito à habitação!

Mas, importa ter presente que a comunicação social fez recente eco desta intenção do Governo em legislar sobre a matéria, mas apenas divulgou aspectos relacionados com a propriedade privada omitindo os aspectos quanto às intenções da lei quanto ao arrendamento e, sabe-se agora, quanto aos despejos dos inquilinos.

Terá sido por acaso que apenas passou aquela informação sendo bem guardada esta que estamos a falar?

Trata-se, mais uma vez, da mesma política: vão ser não só as classes e camadas da população mais desfavorecidas, os Pequenos e Médios comerciantes e industriais a pagar a crise por falta de apoios financeiros, mas também os inquilinos e PMES a sofrer a gula de alguns proprietários com todo o apoio do Governo.

Estará o Secretário de Estado João Ferrão a prever o que sucederá com estes despejos? Vai-se ter de voltar às barracas?

Se o Governo tiver a ousadia de ir para a frente com esta proposta, vamos de ter de encontrar as formas de combate adequadas às circunstâncias.

A AIL, desde o início, afirmou que a proposta do NRAU apresentada pelo actual Governo em 2005, após ser nomeado, apenas acarretava a actualização de rendas ditas antigas e aumentava a receita fiscal por via da actualização do valor patrimonial, mas que em nada contribuía para a urgente reabilitação do património e para a melhoria da qualidade de vida dos arrendatários, o que se confirmou.

De facto, o NRAU aplicou-se quase exclusivamente às casas e prédios que genericamente estavam em boas condições de habitabilidade, na maioria das vezes com obras realizadas a expensas dos inquilinos, deixando de fora e à sua sorte a esmagadora maioria, comprovado pelo facto de dos quase meio milhão de arrendamentos anteriores a 1990, apenas cerca de 3% a 5%, foram alvo de pedidos de vistoria para efeitos de actualização de renda, o que demonstra o elevado estado de degradação do património arrendado, a indiferença dos proprietários e a ineficácia da Lei.

Como se tal não bastasse, perspectiva-se agora um novo ataque ao arrendamento.

Sunday, April 19, 2009

A Ópera do Tejo

Os segredos da Ópera do Tejo
19.04.2009, Alexandra Prado Coelho
In Público, hoje

Teve apenas sete meses de vida antes de cair com o terramoto de 1755 mas, apesar disso, a Ópera do Tejo foi um símbolo do reinado de D. José e de Lisboa. A investigadora Aline Hall vem agora defender que o edifício pode não ter desaparecido totalmente
A investigadora Aline Gallasch-Hall passara por aquele local milhares de vezes. Sabia que ali, onde hoje fica o edifício do Arsenal da Marinha, no Terreiro do Paço, em Lisboa, tinha-se erguido no século XVIII, e durante uns escassos sete meses, um outro edifício que o rei D. José sonhara como um dos símbolos do regime: a Casa da Ópera, que ficaria mais conhecida como Ópera do Tejo.
Às vezes os sítios tornam-se de tal forma familiares que já não reparamos bem neles. Mas naquele dia, Aline viu uma coisa que lhe chamou a atenção. "Olho para o Arsenal e penso 'eu já vi isto em algum lado'. É um pouco uma verdade de La Palisse, mas o que é facto é que já tinha visto e fora na gravura das ruínas da Ópera". Aline refere-se à única imagem que chegou até nós do que terá sido esse imponente edifício à beira Tejo, desenhado pelo arquitecto italiano Giovanni Carlo Sicinio Galli Bibiena e inaugurado em Março de 1755. Aí, naquele que se julga ser "o único testemunho fiel do edifício", vê-se o que restou da ópera após o terramoto de 1 de Novembro de 1755: uma parede alta à direita com sete fileiras de janelas, a mais alta das quais termina em arco; no interior, por onde deambulam sobreviventes da tragédia, há algumas estruturas também em arco; à esquerda outra parede com o mesmo número de janelas; e ao centro vêem-se claramente duas empenas que terminam num triângulo e que se mantiveram de pé, ao fundo uma terceira meia derrubada e mais próximo de nós uma quarta da qual pouco mais resta do que a coluna. E o que Aline viu naquele dia foram essas mesmas empenas no telhado do edifício do Arsenal da Marinha. E de repente, a investigadora da Universidade de Évora, que está a trabalhar num doutoramento sobre os teatros reais na segunda metade do século XVIII, tirou uma conclusão: partes da ópera que ficaram em pé teriam sido aproveitadas para a construção do novo edifício que se ergueu no mesmo lugar. Ou seja, ainda existem vestígios dessa mítica sala na qual se estrearam apenas três óperas. A descoberta - que, sublinha Aline, para ser confirmada precisava de um estudo muito mais aprofundado do Arsenal da Marinha, nomeadamente por um arquitecto - viria mostrar que as ruínas não tinham sido completamente arrasadas e teriam sido integradas no novo edifício. Com autorização da Marinha, Aline foi depois tentar conhecer o arsenal por dentro - e recentemente convidou o P2 a acompanhá-la numa dessas visitas. "Se formos ao Google Earth percebemos perfeitamente que toda esta zona, incluindo o Tribunal de Contas, parece um puzzle gigante e que contrasta claramente com a simetria, a racionalidade, o traço quase a régua e esquadro da maior parte da Baixa Pombalina", diz a investigadora, segurando na mão um mapa que mostra as novas construções pós-terramoto, tendo por baixo a traço mais claro as antigas. Aline chama a atenção para "um corpo mais ou menos quadrangular" que parece corresponder ao que estava lá anteriormente - e que seria a Ópera. As paredes dos dois corpos são coincidentes, o que reforça a ideia do aproveitamento. "Sei que a tradição diz que o Iluminismo favorecia o princípio de deitar abaixo e construir de novo. É verdade, mas nos sítios em que isso era possível. Mas quando temos edifícios com vários metros de altura, ainda sólidos, não faz sentido que um homem tão pragmático como era o Marquês de Pombal, que tinha que reerguer uma cidade e agir com rapidez, não reaproveitasse aquilo que podia". Uma escada em caracol?Entramos no edifício e Aline começa a apontar aquilo que considera serem incongruências. "Isto é um verdadeiro emaranhado de reaproveitamentos", sublinha. "Quem espera um edifício tipicamente pombalino não percebe como é que este funciona. Só sabendo que houve aqui uma construção prévia é que se consegue explicar a falta de funcionalidade de alguns destes espaços". Um dos exemplos mais evidentes fica no pavilhão desportivo ao fundo do edifício (uma zona que inicialmente a investigadora admitia que pudesse pertencer à ópera, mas que concluiu que não). Aí, num ângulo entre duas paredes rectas está uma estrutura cónica, com uma porta em baixo e outra em cima, suspensa no ar, que "parece ser uma estrutura em pedra para uma escada em caracol, possivelmente em madeira". Esta estrutura só é visível no interior do pavilhão, e não tem correspondência no exterior, como um corpo estranho, mais antigo, que tivesse sido integrado ali por necessidades de construção.Durante muito tempo acreditou-se que única planta existente da Ópera do Tejo seria a encontrada em 1933 pelo historiador José de Figueiredo, primeiro director do Museu Nacional de Arte Antiga e da Academia nacional das Belas-Artes. Foi com base nela que Aline fez, em 2005, juntamente com o arquitecto Francisco Brandão, uma tentativa de reconstituição do edifício. A mesma planta serviu também para a recriação virtual da ópera por Alexandra Gago da Câmara e Helena Murteira, da Universidade de Évora. A planta erradaMas, no ano passado, Pedro Januário, arquitecto e professor na Faculdade de Arquitectura de Lisboa, apareceu com uma tese que contraria esta ideia. "Inicialmente tomei a planta encontrada por José de Figueiredo como verdadeira, estudei a vida e obra dos Bibiena [família com várias gerações de arquitectos] e comecei a verificar que existiam erros crassos, por exemplo na dimensão dos degraus", conta. A partir de uma planta de 1759, assinada pelo Conde de Oeiras (Marquês de Pombal), que encontrou na Academia Nacional das Belas-Artes e na qual se vê a localização da ópera, Pedro Januário concluiu que as medidas não batiam certas com as da planta identificada por José de Figueiredo, tal como não batia certo a proporção entre a sala e o cenário (a ideia de que essa não seria a planta certa tinha já sido defendida no passado pelo olissipógrafo Augusto Vieira da Silva). Mas o arquitecto foi mais longe: projectou sobre a gravura das ruínas a planta e o corte do projecto e verificou que faltava profundidade. "A ópera teria cerca de 120 metros, segundo o Tombo de Lisboa de 1758 (levantamento do edificado da cidade), e a que José de Figueiredo propôs tinha à volta de 65 metros". As investigações conduziram-no a um conjunto de desenhos localizados pela professora italiana Giuseppina Raggi e pelo arquitecto do Porto Luís Soares Carneiro, autor de uma tese sobre os teatros portugueses de raiz italiana, no Museu Nacional de Arte Antiga e na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Trata-se de cinco imagens que se julgava corresponderem ao teatro real de Salvaterra de Magos. Mas Januário conclui que de forma nenhuma aquele teatro podia estar implantado no palácio daquela localidade e que, por outro lado, tinha dimensões e características que permitiam arriscar a hipótese de se tratar do edifício da Ópera do Tejo. É, por isso, a partir desse desenhos que Pedro Januário tenta nova reconstituição do mítico teatro desaparecido em 1755. Seria assim? Seria diferente? Serão as empenas triangulares ainda visíveis no Arsenal da Marinha um aproveitamento do edifício original e estarão as paredes integradas no actual, como defende Aline Gallasch-Hall? Duzentos e cinquenta anos depois de ter desaparecido a Ópera do Tejo continua a guardar os seus mistérios.

Monday, April 13, 2009

«Petição»

13, Abril 2009Segunda-feira
António Costa pode liderar lista de esquerda à Câmara, dizem promotores deOs promotores da petição que defende uma convergência de esquerda nas eleições para a Câmara de Lisboa admitiram hoje que uma futura lista resultante dessa coligação p...
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Autárquicas/Lisboa: António Costa pode liderar lista de esquerda à Câmara, dizem promotores de petiçãoJornal de Notícias- 13, Abr 2009 - 21:00Autárquicas/Lisboa: António Costa pode liderar lista de esquerda à Câmara, dizem promotores de petiçãoVisão- 13, Abr 2009 - 21:09António Costa pode liderar lista de esquerdaDestak- 13, Abr 2009 - 20:45Valorsul cede viaturas eléctricas para limpeza à Câmara de LouresAmbiente Online- 13, Abr 2009 - 18:29Petição "online" a favor de coligação de esquerda em LisboaExpresso- 13, Abr 2009 - 19:50
«Não queremos abrir as portas da Câmara à Direita»Personalidades ligadas ao socialismo, ao comunismo e ao BE estiveram hoje no Palácio Galveias para apelarem a uma convergência de esquerda nas autárquicas em Lisboa. R...
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Sol - Política 13, Abr 2009 - 21:31

Mais:
http://news.google.com/news?hl=pt-PT&ncl=http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx%3FAreaId%3D11%26SubAreaId%3D53%26ContentId%3D283416

Wednesday, April 08, 2009

Plataforma defende Monsanto

«A Plataforma por Monsanto dirigiu uma Carta ao Sr. Vereador do Ambiente e Espaços Verdes da Câmara Municipal de Lisboa, expressando que não obstante assinalarem diversas iniciativas positivas no Parque Florestal, como sejam:
A tentativa de recuperação do terreno do antigo "Aquaparque";
A construção de ciclovias de ligação a outras zonas da cidade;
Alguma reflorestação;
Abandono de uma possível urbanização na quinta José Pinto
As quais louva e às quais manifesta o seu total apoio.
Outras há, todavia, que suscitam a maior apreensão. Entre elas avultam as situações de seguida enunciadas, relativamente às quais solicitou a Plataforma os necessários esclarecimentos ao Vereador do pelouro:
Panorâmico de Monsanto:

Em reunião realizada na CML no passado dia 20 de Março, foi afirmado que estariam a ser realizados estudos de tráfego e de outros impactos e que estes seriam brevemente apresentados, mas a verdade é que no próprio dia estes estudos foram dados como concluídos e apresentados à imprensa, num projecto que é apresentado como definitivo, ou seja, como facto consumado. Como se pode verificar em notícia do jornal Expresso on-line de 23 de Março (a mesma notícia já havia saído no DN on-line, no dia 20), aqui reproduzida:
"António Costa esclareceu ainda que os estudos sobre o impacte provocado pelo novo projecto comprovam que "não haverá impacte negativo, quer do ponto de vista sonoro, quer do ponto de vista de poluentes ou do tráfego sendo, no entanto, necessárias novas construções na zona envolvente"
"A preservação do parque florestal na área de implantação do projecto está também garantida, sendo apenas necessária a replantação de 17 pinheiros".
Perante isto, a Plataforma gostaria fossem esclarecidas as seguintes questões:
1ª Estão ou não concluídos todos os estudos referentes ao projecto de colocação dos bombeiros no antigo restaurante panorâmico? Se estão, porque foi afirmado o contrário na véspera de se publicar a notícia que os dá como prontos nos jornais, e quando poderão ser consultados? Como e por quem foram realizados estes estudos?
2ª É ou não necessário alterar o PDM para que esse projecto possa avançar? A competência de decisão, neste caso, é apenas do presidente da CML? Não tem que ir a reunião de Câmara e à Assembleia Municipal?
3ª Se assim for, porquê apresentá-lo como definitivo antes de ser discutido e aprovado? Estando o Parque protegido pelo Regime Florestal não terão de pronunciar-se outras entidades? Este estatuto permite mais construção e impermeabilização dos terrenos? Quanto mais?
4ª Não será moral e legalmente indefensável mais construção em Monsanto, abatendo árvores e impermeabilizando clareiras?
5ª Tendo em conta que existe apenas um acesso ao restaurante, numa via íngreme com um só sentido, partilhada por uma ciclovia, não será necessário, no futuro, a construção de novas vias ou o alargamento desta, caso se avance para o projecto que a CML pretende implementar no Monsanto?
6ª Não deveria este assunto ser primeiramente alvo de uma profunda discussão pública em vez de ser apresentado como um facto consumado aos cidadãos?
Campo de tiro a chumbo:

Passados quase 2 anos da cessação do contrato de concessão esta actividade continua a ser exercida dentro do Parque pondo constantemente em causa a integridade de pessoas e bens, poluindo de maneira escandalosa os solos com chumbo, constituindo um caso gritante de incoerência face a tudo o que é ensinado nas visitas de educação ambiental ou nos princípios pelos quais o Parque se rege.
1ª Para quando uma solução definitiva para este problema?
2ª Por que não é suspensa a sua actividade enquanto não se toma uma resolução definitiva quanto à retirada do campo de tiro?
3ª Como se permite que continue impune e ilegalmente esta actividade tão prejudicial para a saúde pública?
Novos projectos:

Estão previstos para Monsanto novos projectos de instalação de estruturas como um templo budista ou novos campos de Rugby para instituições a quem já foram doados terrenos para fins desportivos noutro local.
1ª Confirmam-se estes projectos?
2ª Existem outros? Se sim, quais?
4ª Que impactos terá o novo empreendimento imobiliário da pedreira do Alvito no parque?
5ª Para quando uma defesa efectiva do parque pondo em primeiro lugar a sua enorme importância ambiental, a sua promoção e usufruição sustentadas, a sua enorme importância para a qualidade de vida e bem-estar da cidade e dos seus habitantes?
Manutenção do PFM:
1ª Quanto custa a manutenção privada do parque?
3ª Tendo a CML funcionários para o efeito, quanto custa a manutenção feita com meios próprios, mesmo que fosse necessária a contratação de mais algumas pessoas? Não seria muito mais barata e eficiente se fosse da responsabilidade da CML?
4ª Por que razão estão encerradas ao fim-de-semana, dias de maior afluência de visitantes, as casas de banho da mata de Benfica e dos Montes Claros?
5ª Para quando instalações sanitárias na Alameda Keil do Amaral, cuja construção foi protocolada por ocasião do Festival Delta Tejo?
6ª Quando estará terminado o plano municipal de prevenção de incêndios que legalmente deveria ser concluído até 31/3/09?
Trânsito:

Para quando um plano efectivo de contenção e acalmia da velocidade do trânsito, pintura de passadeiras, colocação de sinalização vertical adequada e qual o seu efeito nos novos projectos previstos?
A Plataforma por Monsanto, reafirma assim o seu firme compromisso com a salvaguarda do bem ambiental que o Parque Florestal do Monsanto representa para a Cidade e para o País, e o seu empenho na defesa dos objectivos que estiveram na base da sua criação.»
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A Plataforma por Monsanto
Lisboa, 07 de Abril de 2009
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Entidades que fazem parte da Plataforma por Monsanto: Associação dos Amigos e utilizadores do Monsanto; Associação de Moradores do Alto da Ajuda; AMBEX- Associação de Moradores de São Francisco Xavier e Santa Maria de Belém , Associação de Moradores do Bairro do Calhau; QUERCUS; LPN; Grupo Ecológico de Cascais; Clube de Actividades de Ar Livre; Fórum Cidadania LX; Associação Lisboa Verde; ASPEA; Fundação das Casas de Fronteira e Alorna; ATTAC Verde.

Sunday, April 05, 2009

Grande Raposo: mais um na ribalta

Raposo diz que não conhece Pinto de Sousa
05.04.2009
Autarca nega conversa com primo de Sócrates
O presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, disse ontem ao PÚBLICO, através de um colaborador, que nunca ouviu falar na empresa Mecaso e que não conhece José Paulo Pinto de Sousa, o primo de Sócrates que, juntamente com a mãe do primeiro-ministro, criou aquela empresa em 1999. Segundo o semanário Sol, o nome da Mecaso e daquele primo de Sócrates estão referenciados num inquérito judicial que se arrasta há dez anos e que incide sobre suspeitas de corrupção na Câmara da Amadora. O semanário alude mesmo a uma conversa telefónica gravada pela Judiciária (PJ) em que Raposo pede a Pinto de Sousa (filho de um tio paterno de Sócrates) "para ir buscar a encomenda ao banco Espírito Santo e entregá-la ao José Guilherme" - um conhecido construtor civil da região de Lisboa. O autarca garante que nunca telefonou a Pinto de Sousa e nega que a PJ lhe tenha apreendido o computador quando fez buscas na sua residência, em 2005. Raposo acrescenta que não é arguido em nenhum processo e que o único computador que foi apreendido (no qual haveria referências à Mecaso) foi o de António Ramos Preto, o presidente da Assembleia Municipal da Amadora, que também está indiciado no processo em investigação. J.A.C.

Saturday, April 04, 2009

CPPC participa na Cimeira Anti-Nato

Por ocasião do 60º aniversário da NATO

O Conselho Português para a Paz e Cooperação participa hoje e amanhã, na Cimeira anti-NATO que tem lugar em Estrasburgo.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação, participa hoje na Conferência: “Bombardeamento da Jugoslávia: precedente de futuros crimes da NATO”, co-organizada pelo Conselho Mundial da Paz, no quadro da Cimeira anti-NATO, que se realiza de 2 a 5 de Abril, em Estrasburgo.

Convocada por organizações não governamentais e movimentos da paz de toda a Europa, a Cimeira Anti-NATO tem por objectivo denunciar os crimes desta organização contra a paz e a soberania dos povos, e exigir a sua dissolução.
O Apelo Mundial que serviu de base à convocatória das acções em Estrasburgo sublinha que a NATO é um obstáculo à paz mundial.

A Organização do Tratado do Atlântico Norte – NATO –, criada em Abril de 1949, sempre pautou a sua actuação por uma lógica belicista, privilegiando a adopção de soluções militares e liderando durante décadas a corrida aos armamentos, sob a égide dos EUA.
Após a dissolução do Pacto de Varsóvia, mais a NATO revelou o seu carácter anacrónico, acentuando a sua natureza belicista e actuando como um factor de tensão e desequilíbrio em múltiplos conflitos que eclodiram no mundo.

Hoje a NATO é um instrumento ao serviço dos EUA e seus aliados, para o desencadeamento de guerras de agressão, ignorando as Nações Unidas e o direito internacional. A NATO é responsável pela aceleração da militarização e da corrida aos armamentos, dispondo de bases militares em todos os continentes.
Seguindo desde 1991 uma agenda expansionista, concebida para o avanço sobre as zonas de interesse geo-estratégico, a NATO desencadeou a guerra nos Balcãs, sob a capa da chamada "guerra humanitária", e desencadeou a guerra contra o Afeganistão, que dura à 7 anos e cuja situação dramática ameaça agora alargar-se ao Paquistão.

Na Europa, a NATO concorre para o agravamento de tensões, alimentando a corrida aos armamentos com o chamado “sistema de defesa anti-Missil”, transformando o continente num gigantesco arsenal nuclear. O alargamento da NATO para, e além, da Europa de Leste, associada à sua politica de intervenções “fora das suas fronteiras”, torna o mundo cada vez mais perigo.
Neste quadro, o CPPC reafirma o seu entendimento que a paz e a segurança europeia e mundial se constroem e reforçam através da dissolução da NATO, do reforço e democratização das instâncias internacionais de distensão e resolução politica de conflitos.

A Direcção Nacional do
Conselho Português para a Paz e Cooperação